Este pedaço da escritura lembrou-me de algo que eu não quero fazer: não me quero demitir do meu papel na parentalidade!
Que Deus me ajude, num futuro, a ser mãe até ao fim!
Que Deus me ajude a amar os meus filhos de tal forma que lhes ensine a voar e a fazer os seus caminhos me que eles saibam, que tal como os papagaios, eles podem voar alto mas têm uma raíz.
Que Deus me ajude a lembrar que é Ele quem segura na corda da vida deles.
Que Deus me ajude a representá-Lo bem, a amar da melhor forma possível, educar e a devolver o empréstimo. Mas continuando a ser mãe.
Mas para esta tensão, para já, seláh!
Viveremo-la quando for tempo.
Agora, fico com o ensinamento e escrevo-o na pedra para não se apagar e perder com o tempo!
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