Estes são os meus avós, pais do meu pai.
A Teresa e o José.
Eles estão juntos há três vidas inteiras (ou três gerações: a do meu pai - penúltimo filho, minha - filha mais velha - e do Erick, meu sobrinho - filho do meu irmão).
A minha avó, Teca para os do coração, é uma valente!
Ela é rija e muito forte. Naquele pequeno 1,50cm de corpo, ela contém mais bravura do que dois gigantes!
Quando eu tinha meses de vida, ela teve o primeiro dos seus três AVC’s.
Aos 46, ela teve de reaprender a viver. Andar, falar e comer sozinha.
E ela é esforçada!
Há cerca de dois anos, teve um aneurisma que a ia levando.
Mas, pela graça de Deus, ela ainda está aqui. Ainda viu o bisneto mais-velho (dos filhos do Nando), ainda me viu começar a namorar (o que ela não acreditava ser possível. Porque eu estava sempre dizer-lhe que não iria casar nem ter filhos. Quando soube da novidade ela não coube em si e começou a dançar).
A minha avó é daquelas pessoas que faz das migalhas um banquete.
O meu avô conta que ela tinha uma mão fantástica para a cozinha, cozinhava muito bem e era bonita que só. “Clarinha e baixinha”...
O legado que ela me deixa é o mais importante da minha vida:
Ela ensinou-me o “caminho” para a igreja!
Lembro-me que desde muito pequena ela levava-nos à igreja, muito antes dos meus pais nos levarem (ou se quer pensarem em voltar para a igreja).
Ela ensinou-me o caminho para a igreja.
O meu avô, Zé, solidificou e outros ajudaram-me a crescer e tornar-me missionária!
Deus foi muito misericordioso comigo com os avós que me deu e que contribuíram muito para o plano maior que Ele tinha para a minha vida.
Outra coisa: os meus avós são, até hoje, apaixonados um pelo outro.
Eles chateiam-se, discutem “à velho”, implicam um com o outro mas a minha avó diz sempre a mesma coisa: o Zé é o homem da minha vida!
E ele é pelo mesmo.
Que exemplo!
Acho que eles devem ter quase 60 anos juntos!
Pela minha avó Teca, sou-te muito grata, Senhor!
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