Então, se eu pudesse visualizar o apóstolo João, acho que ele seria parecido com o tio Helc!
Um homem com experiência, muito sábio, muito calmo e tão amoroso.
Aquele tipo de homens que tens gosto em estar perto. Que todo ele emana paz e amor. O amor é algo que ele vive. Profundamente.
Amor a Deus. Amor ao próximo.
Amor pelos frágeis e pelos fortes.
Amor pelos pobres e pelos ricos.
E o tio Helc é assim.
Ontem vi o vídeo deles da Páscoa, vieram-me as lágrimas aos olhos e uma vontade enorme de dar um abraço apertado. Mas, passando à frente:
Na 2.ªcarta, João, volta a reafirmar o mandamento de amar a Deus. Ama a Deus, ama os outros.
Mas na 3.ªcarta, ele meteu uma coisa que me martelou o cérebro:
“Querido amigo, não imites o que é mau, mas sim o que é bom. Aquele que faz o bem é de Deus, mas aquele que faz o mal não viu a Deus.”
João estava a escrever a Gaio e deixou-lhe este conselho:
Amigo, esquece o que os outros andam a fazer de mal! Imita o que é bom e faz o bem!
Esta questão tem vindo a martelar a minha cabeça há imenso tempo. Especialmente quando penso que seria mais fácil/fixe ceder à tentação.
Não é fácil, mesmo nada fácil dizer que não àquilo que queres, àquilo que te promete alegria/ felicidade/ prazer incalculável.
Depois, vêm os pensamentos de “toda a gente faz, porquê que tu não podes fazer?”, “as pessoas fazem e continuam a servir como se nada fosse, porquê que não fazes o mesmo?”.
Não tenho respostas a estas perguntas a não ser aquelas que a minha mãe dá: “tu não és igual a todo o mundo. Se eles se atirarem da ponte tu também te atiras?”
Acho que Deus está a tentar falar a este coração tótó... uma vez mais, Deus fala ao meu coração e mete-me juízo na cabeça:
1.º Sem santidade, ninguém verá a Deus;
2.º Não imites o que é mau. Quem faz o bem, esse é de Deus!
Lembra-te, miúda-mulher, lembra-te!
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