Ele estava a contar-me sobre uns planos que ele tem para um grupo de homens.
Nesses planos incluíam muito convívio e pesca. Comecei-me a rir porque mal ele disse a palavra "pesca", veio à minha cabeça uma daquelas imagens dos filmes, onde dois homens vão à pesca.
Eles chegam, montam as cadeiras, metem as minhocas na água e ficam, em silêncio, durante horas à espera que algum peixinho caia na armadilha...
Depois de fazer este filme todo na minha cabeça, ri-me às altas gargalhadas e expliquei-lhe o motivo pelo qual ria-me assim. Ao que ele diz "Belinha, temos de ir à pesca!"
Olhei para ele e disse-lhe: "Rui, a coisa que eu mais detesto na vida, depois das mentiras, é que me façam perder tempo. Por favor, respeita o meu tempo".
Continuamos a nossa conversa, rimo-nos imenso e despedimo-nos.
Porque é tão fácil ter o corpo num sítio. Mas estar, completo, presente... isso é(ou pode ser)
mais complicado.
Quero aproveitar cada segundo. Não quero que as minhas memórias deste período sejam a de estar apenas imensas horas a trabalhar...
"Ora. Descansa. Confia"
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