segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Thanksgiving #1

Eu e a super mami, Ana
Hoje comeco o meu Thanksgiving.

E hoje sou grata pela minha família nuclear.

Sou muito grata pela minha mãe, Ana.
Puxa... pensar nela traz-me lágrimas aos olhos...

A minha mãe não é perfeita. Nunca foi. Nunca vai ser.
Tem dias que me dá cabo da cabeça até não poder mais.
Discutimos por coisas parvas e por coisas sérias também. 

Há dias que são mesmo difíceis de aguentar mas, fogo, ela é um presente de Deus.
Sou mesmo agradecida ao Senhor por lhe ter confiado a minha educação.

A minha mãe é maravilhosa. Com as suas falhas mas é mesmo maravilhosa.
Ela é tão sábia, mulher de oração e com muito olho para as coisas (que em linguagem evangélica dizemos "discernimento espiritual"). Ela luta tanto por nós...

O que mais admiro nela é que aos 12 anos ela teve de ser mãe de 5 crianças, quando a minha vovó Luzia morreu.
Foram-lhe roubadas muitas coisas mas não lhe roubaram a garra, a capacidade de lutar e o sorriso.
Por isso, muito obrigada pela minha mãe, Senhor.

Também sou grata pelos meus irmãos:

O Elli, que veio em 1995, 4 anos depois de mim.
Sim, ele tirou-me o direito de ser filha única mas ainda bem. Aliás, segundo o relato da mami, eu não via hora de ter um mano.
Quando ela engravidou eu fiquei radiante de alegria e mesmo antes de saber que era um menino já dizia a toda a gente que iria ter um "mano", o Elli. E Elli ficou.

Ele é lindo de morrer.
O irmão mais bonito do mundo. 
É um miúdo de valores. Com coração. Leal. Trabalhador. Corajoso. Íntegro.
Dos três é o mais calmo, não ferve à toa nem é rabugento como eu, por exemplo.

É mesmo o pacificador cá de casa. Aquele que acaba os conflitos e acalma os ânimos.
É altamente divertido e chato.
 Gozão até não poder mais. De riso fácil, simpático e muito dado às pessoas. 

Adora trazer gente cá em casa, o que faz de mim a cozinheira do pedaço. É também um grande crítico da cozinha mas só sabe fazer massa com carne xD

A Vi, que veio em 1997, 6 (quase 7) anos depois.
Ela iria ser a minha bonequinha de verdade se não fosse uma bebé muito babona.

Por já ser (minimamente) gente, acompanhei muito bem a gravidez e crescimento da minha irmã e companheira de quarto.

A minha irmã é mansa. Meiga e de coração perdoador.
Carinhosa que só mas muito mais introvertida.
 À primeira ninguém dá por essas qualidades por ser calada, mas basta conhecê-la para se perceber isso.
Divertida, gozona e meio louca da cabeça (é a palhaça nº3) xD

É a minha companheira de gargalhadas.

Pela graça de Deus está quase a chegar à maioridade.

Sou mesmo muito grata por eles que dão tanta vida, cor e alegria à minha vida.
Sei que nunca seria a mesma pessoa sem eles e são a minha grande estabilidade.

Sofrem com o meu mau-humor, cansaço e rabugice mas mesmo assim amam-me profundamente.
Sofrem comigo as minhas dores e perdoam-me muito...

Há tantas memórias bonitas e que comprovam isso mesmo. Acho que nunca iria conseguir escrever um post grande o suficiente para os retratar.

Pela minha família, sou muito grata, Senhor!

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