sábado, 10 de outubro de 2015

Saudades dos bons velhos dias - agosto/2015

Hoje tirei o dia para parar!
E, uma grande surpresa, recebi as fotos das férias em Mondim!

Foi um momento tão bom, tão renovador. Tão calmo!
Vi as fotos e em cada uma delas revivi momentos, voltei a sentir...

Fazendo um pequeno flash back:

As nossas férias começaram na 6ºf.
Encontra-mo-nos na estação do Expresso e quase que foi um grande stess.
A Kátia deixou-me na estação do Algueirão e fui em caminho para Lisboa. Antes de partir para Mondim tive de resolver uns pequenos berbicachos para ir de férias completamente tranquila.
Fui à farmácia comprar as coisas para o meu pézão que mais parecia um porquinho na engorda.
E rumamos para as bandas do norte.

Fizemos uma viagem de 6h que acabou comigo.
Enjoei muito e mesmo quase no fim da viagem tive de sair do autocarro a correr para... para vo*****

Chegamos a casa e senti-me em casa, como se pertencesse ali de alguma forma.
Associar rostos às pessoas e personalidades, lembrar dos momentos que foram especiais...
Fomos tratar das coisinhas e aconchegos, e depois tivemos de decidir o que fazer da vida. Estávamos a morrer de fome.

Fomos comer a uma pizzaria bué fixe!
Mesmo bué fixe!!!!
E o resto da noite foi tranquila. Fomos dormir "cedo" e elas acordaram cedo. Foram às compras para as nossas comidinhas.
Eu, que não consigo acordar cedo e estava de férias, fiquei a dormir e mal acordei fui fazer devocional na varanda, com uma vista espetacular à minha volta.

Depois disso fomos para as minhas queridas Fisgas do Ermelo!!!
(Obrigada meninas por terem cedido na boa)
Que sonho. Que maravilha. Que alegria.
Estivemos uns bons 20m nas montanhas. A contemplar, sempre na galhofa e a trocar suspiros d'alma. Era enorme o senso de alegria, gratidão e paz.
Era uma alegria mesmo inexplicável. Como o C. S. Lewis descreveu tão bem em dois livros seus.
Algo que traz uma calor cá dentro, como o primeiro dia de férias da escola, como a primeira manhã de Primavera.
Foi tão bom!

Depois fomos para as Fisgas de baixo.
As miúdas foram espetaculares com o facto de estar com o pé bem podre.
A Em, a nossa nativa, levou o carro até o mais longe possível. O resto fizemos a pé para lá e para cá.

E foi fixe estarmos lá (mas o meu medo de bichos/germes/ porcarias rastejntes arruinou um bocado a cena. Desculpem-me, meninas).

Saímos de lá pelo final da tarde, fomos para casa tratar do jantar e fizemos um jantar espetacular. Mais uma vez jantámos fora.
Dessa vez optamos por uma mistura meio mexicana com uma ponta de mediterrâneo à mistura.
Tudo isto muma mesa bonita, com uma luuz bonita, boa comidinha e melhor companhia.
Falamos de coisas boas e bonitas, falámos de coisas que mexem connosco lá na alma, estivemos na palhaça. Tudo muito bom!

Foi ótimo partilhar cozinha com a Débora, que na altura estava mesmo a começar a desenvolver o gostinho pela cozinha. Foi mesmo fixe!
Soube-me mesmo bem estar com ela nessa fase, encorajar e ver que algo maravilhoso estava a surgir (e hoje confirma-se muito bem).

À noite, tive a oportunidade de falar com a Débora.
Conversamos imenso. 
Foi mesmo bom conhecer e dar a conhecer em profundidade.

Na manhã seguinte fomos ao culto.
Um culto muito bom, muito pacato, muito familiar. Opá, uma igreja bem pequena mas foi bom.
Não sei bem explicar o que senti, que emoções me vieram ao de cima mas chorei que nem uma bezerra desmamada!
É um sentimento diferente daqueles que há nas igrejas grandes mas não sei em que medida.

Fomos bem recebidos pelas pessoas da igreja. Foi muito acolhedor e um orgulho, também, ver o fruto do trabalho árduo dos Lange.

Depois fomos para casa almoçar.
Rumamos ao Cabril.
Estava bem diferente daquilo que tinha deixado à uns anos.
Estava a morrer de dores no pé então fiquei quietinha ao sol e aproveitei para dormir.
Tive muita necessidade de dormir naqueles dias.

Ao final da tarde fomos para casa fazer o jantar e que coisa boa.
Conversámos muito, rimos, gozámos umas com as outras, sonhámos e exprimimos muita gratidão a Deus.
Afinal aquele fim-de-semana foram as únicas férias que tive neste verão tão intenso.

Eu e a Débora regressámos na segunda-feira.
Fizemos uma merenda valente para as 6h enfiadas naquela caixa de fósforos com rodas.
A viagem foi boa. 6h de conversa intensa e profunda...
E o melhor de tudo é que com o comprimido não enjoei vez nenhuma!
Fiz o caminho todo bem do estômago, entusiasmada. Até consegui comer melhor.

Sou grata a Deus por mais uma amiga que veio cruzar o meu caminho.
Depois de tantas horas de conversa, passei a nutrir um sentimento muito especial pela Débora. Ela deixou de ser uma conhecida do tempo de GBU que tive a oportunidade de trocar alguns dedos de conversa.
Mesmo!
Irei deixar fotos, muitas e bonitas fotos.
Afinal ir de férias com uma fotografa é outra fruta.
(Estou a sentir-me bué linda e bem "apanhada" nas fotos xD ahahah. E as similaridades com o estilo do Théo Góselin e Emmanuel Rosário? Love that!)































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