"Podes tirar o miúdo da selva, mas não podes tirar a selva do miúdo", disse o papá do Ranjan num momento da história do "Livro da Selva 2".
Há uma parte que é das minhas favoritas quando o Mogli canta a música "Ritmo da selva", depois de passar algum tempo a discutir com a Shanti sobre o que é melhor: a selva ou a cidade.
A música é mesmo gira...
E esse pedaço fez-me pensar em duas coisas: no povo de Israel e em mim.
O povo de Israel, viveu escravo no Egito por mais de 300 anos.
Num momento da história, Deus escolheu um menino para ser o libertador do povo.
Esse menino cresceu e Deus então enviou-o para a missão que Deus tinha preparado para ele.
Moisés foi um dos maiores profetas que existiu. Como ele não houve outro.
E o povo de Israel teve o privilégio de ver e viver os super milagres do Êxodo.
Mas apesar de tudo o povo perdeu o foco e pecou contra Deus.
Por causa da sua rebeldia e reclamação, caminharam em 40 anos um caminho de 11 dias no deserto. Porque eram muito reclamões.
Num momento da história, Deus escolheu um menino para ser o libertador do povo.
Esse menino cresceu e Deus então enviou-o para a missão que Deus tinha preparado para ele.
Moisés foi um dos maiores profetas que existiu. Como ele não houve outro.
E o povo de Israel teve o privilégio de ver e viver os super milagres do Êxodo.
Mas apesar de tudo o povo perdeu o foco e pecou contra Deus.
Por causa da sua rebeldia e reclamação, caminharam em 40 anos um caminho de 11 dias no deserto. Porque eram muito reclamões.
Estavam sempre a protestar sobre tudo.
Era o calor, era a aridez do deserto, era a falta de água, era a falta de comida, era isto e era aquilo.
Houve mesmo alturas, que este povo que foi escolhido a dedo por Deus para ser possessão Sua, exclusiva, pediu a Moisés para voltar de novo para o Egipto.
Eles lembravam-se com saudade dos pepinos do Egito... esses pepinos deviam ser muito bons, porque os pepinos que eu conheço e gosto (muito) de comer não sabem a nada. Sabem a água, tem uma textura bastante estaladiça e é carregado de água. De resto...
Era o calor, era a aridez do deserto, era a falta de água, era a falta de comida, era isto e era aquilo.
Houve mesmo alturas, que este povo que foi escolhido a dedo por Deus para ser possessão Sua, exclusiva, pediu a Moisés para voltar de novo para o Egipto.
Eles lembravam-se com saudade dos pepinos do Egito... esses pepinos deviam ser muito bons, porque os pepinos que eu conheço e gosto (muito) de comer não sabem a nada. Sabem a água, tem uma textura bastante estaladiça e é carregado de água. De resto...
E percebo que o grande problema de Israel é que eles foram tirados do Egito mas o Egipto ainda estava neles.
Eles eram pessoas livres mas com mentalidade de escravos. Por isso é que eles reagiam como reagiam. Estavam habituados e conformados com o facto serem escravos.
Eles eram pessoas livres mas com mentalidade de escravos. Por isso é que eles reagiam como reagiam. Estavam habituados e conformados com o facto serem escravos.
E eu?
Eu sou igual!
Eu sou igual!
Sei que já recebi o perdão e a liberdade que o Evangelho dá, gratuitamente, mas ainda continuo cativa em muitas áreas.
Estou tão habituada ao meu Egipto, onde "o mal era conhecido", onde a opressão era constante que ainda me sinto meio perdida no meio da liberdade.
Não sei explicar...
Estou tão habituada ao meu Egipto, onde "o mal era conhecido", onde a opressão era constante que ainda me sinto meio perdida no meio da liberdade.
Não sei explicar...
Espero pelo dia em que o "Egipto" sairá de mim. Porque já saí e estou bem longe de lá...
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