segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Carta n°XXVII, Vorazmente teu

"Tu porque és espírito, terás dificuldade em compreender como se embrenha ele em tal confusão. Mas deves recordar que ele encara o Tempo como uma realidade em definitivo. E supõe que o Inimigo, tal como ele próprio, vê algumas coisas como presente, recorda outras como passado e prevê outras como futuro; ou, ainda que creia que o Inimigo não vê as coisas dessa maneira, mesmo assim, no mais profundo de si, encara o facto como uma peculiaridade do modo de perceção do Inimigo. (...)
Se tentasses explicar-lhe que as preces dos homens hoje são uma das inúmeras coirdenadas com que o Inimigo vai conjugar o tempo que fará amanhã"

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