segunda-feira, 13 de julho de 2015

Evangelho e Cultura #2

Capaz.
É um grande verbo...

Descobri há pouco tempo um blogue de uma "Maria Capaz". Orgulhosamente ela diz que o seu nome do meio é "Capaz".

Durante muito tempo eu também achei que era capaz.
Aliás, o meu lema era "A Belinha/ Bé/ Isabel resolve!"

Sempre tive muitos backup plans. Para tudo!
Se algo não resultava, a minha fértil imaginação começava logo a criar estratégias e estratagemas para alcançar o fim.
E não importavam os meios.

À medida que a verdade do Evangelho veio permear a minha vida algumas coisas foram mudando, a seu tempo.

Tive de aprender que os meio não justificam os fins. Então passei a ter meios mais "saudáveis" para atingir os fins.
Tive de deixar de ser calculista e encher a minha vida de amor e ética.

Feita esta aprendizagem, foi a vez de entender o que são os fins. Que fins são importantes ou não, que fins são saudáveis ou não.
E toca a trabalhar na remoção dos bugs. Mas continuava a "ser capaz. A Belinha (ainda) resolve".

De há uns tempos para cá a lição tem sido:
Tu não és capaz!
Tu não resolves nada!
Tu dependes!
A Minha graça tem de te bastar.
Sou Eu quem te cuido e te sustento com a destra da Minha justiça.

Agora o problema está aqui: como transformar uma super capaz em filha dependente?
Sei que um dos passos é orar. E oro.
Mas e na prática do dia-a-dia?

É uma lição em aprendizagem...

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