Os humanos vivem no tempo mas o nosso Inimigo destina-lhes a eternidade. Creio, pois, que Ele pretende que eles se ocupem principalmente de duas coisas, a própria eternidade e o ponto no tempo a que eles chamam o Presente. Porque o Presente é o ponto em que o tempo toca a eternidade. Os humanos têm do momento presente, e apenas dele, uma experiência análoga à que o nosso Inimigo tem da realidade como um todo. Só nele lhe são oferecidas liberdade e atualidade. Por conseguinte, Ele preferiria que os humanos se ocupassem continuamente quer com a eternidade (o que equivale a ocuparem-se com Ele) quer com o Presente - meditando na eterna união, ou na separação, com Ele próprio, ou então obedecendo aos presentes ditames da consciência, suportando a presente cruz, recebendo a presente graça, dando graças pelo presente prazer.
(...)
Numa palavra, o Futuro é, entre todas as coisas, a menos semelhante à eternidade.
(...)
Numa palavra, o Futuro é, entre todas as coisas, a menos semelhante à eternidade.
Acho que esta é a minha parte favorita deste livro (:
ResponderEliminar