sexta-feira, 14 de fevereiro de 2020

E se...




E se o meu falar fosse tão intencional como o falar de Deus?
E se cada sílaba que eu proferisse não fosse vazia ou vã?

Porque na verdade, nada (mesmo nada) que Deus diz é “só porque sim”, não é só porque tem de preencher um espaço/ vazio incómodo. 

Não, tudo o que sai da boca de Deus é importante. Extremamente importante. 

Como seria se eu realmente tivesse o cuidado de “guardar a minha boca e colocar sentinelas à porta dos meus lábios”?

Fica o pensamento...

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