E se o meu falar fosse tão intencional como o falar de Deus?
E se cada sílaba que eu proferisse não fosse vazia ou vã?
Porque na verdade, nada (mesmo nada) que Deus diz é “só porque sim”, não é só porque tem de preencher um espaço/ vazio incómodo.
Não, tudo o que sai da boca de Deus é importante. Extremamente importante.
Como seria se eu realmente tivesse o cuidado de “guardar a minha boca e colocar sentinelas à porta dos meus lábios”?
Fica o pensamento...
Sem comentários:
Enviar um comentário
Expressar? É em baixo