terça-feira, 3 de janeiro de 2017

MdS 6 - Resumo

[Passaram-se dois dias. Dias em que precisei muito de descansar.
Dormi muito, desforrei as horas de sono em atraso (tanto que hoje dói-me a bacia), trabalhei para a última tarefa do ano - para ver se consigo fechar para balanço antes de dia 26 -, e ainda tenho de parar para ouvir o Steve Foster e o João Martins...]

Ainda tenho ecos no coração do que foi esta máquina.
No dia 28, falei tantas vezes ao telefone que pensei que me ia cair o maxilar inferior ou derreter a orelha direita...
Foi necessário falar, resolver os últimos detalhes para meter a MdS a rolar, e no meu caso, a recepção.

Nesta edição, para além de secretariar a direcção, fui responsável pela recepção.
E pela graça de Deus, calhei com uma equipa tão boa!!

Esta era a minha equipa:
Da esquerda para a direita:
Rita, Sara, Filipe, Débora, Olga, Carolina, eu, Nuno. (A Marta já estava na Figueira)

Sou tão grata por cada um, pelo valor que cada um acrescentou, pela simpatia, disponibilidade, amor a Deus, serviço e cuidado por mim. Eles amara-me na forma como cuidaram de mim, e isso foi muito tocante.
Este pessoal, referindo-me também a todos os voluntários, é incansável!

Foi mesmo marcante ver como cada um deles serviu, esforçou-se e trabalhou até ao tutano.
Nós (direcção), ainda estamos a processar estes miúdos...
Encheu-me(nos) o coração!

Também venho de coração cheio porque nesta edição, mais do que trabalhar, pude desfrutar de pessoas.
Consegui conversar, estar (até ouvi este comentário "é bom ver-te, Isabel"), orar com pessoas e assim marcar momentos especiais com elas (Raquel, Cristina, Aline e Débora), desfrutar das reuniões, do tempo de louvor, estar num seminário, comer descansada...
(Acho que estou a aprender a ser mais Maria - ou pelo menos quero isso -, quero escolher a melhor parte)

Tenho agradecer ao Marcos Martins pela selecção das músicas que foram tocadas.
Duas delas encheram-me as medidas de tal forma que pareciam que me liam.
As letras vieram dizer aquilo que as minhas palavras não conseguiam expressar, com a clareza, crueza e honestidade mais-que-bastante.
Uma é esta: "A tua graça me basta"
A outra, que não sei se existe por aí, é a que diz "meu mundo clama a ti".

Estas duas músicas em particular, ministraram vida à minha vida.
Na noite de 31, tive um momento a sós com Deus, como queria ter há muito tempo.
Momento em que me pude "despir" totalmente diante de Deus... dizer aquelas palavras que eram tão verdade em mim, tão honestas, tão cruas. Palavras que tiveram tanto rescaldo em mim...

E, enquanto falava, sentia-me que me compreendiam e amavam.
A Pessoa a quem me dirigi, ouviu tudo, me amou e me transbordou.

Ainda tenho tanto para digerir. Tenho de parar para pensar, escrever, ler e meditar... pegar nessas pontas soltas e transformar em algo coeso e conexo.

Ah, também tenho de agradecer à Rádio Transmundial que trasmitiu a MdS em streeming (acho que é assim que se escreve) e que está disponível no canal deles do Youtube, aqui.

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