sexta-feira, 18 de novembro de 2016

The Reason ou Coisas bonitas de se ler #15.3

Sobre o capítulo 4, The Reason I Fell in Love with Sadness:

Kurt Cobain pointed out that there is confort in being sad. It's dark and hauntingly true, at least when you're a young girl looking for something to clig to. Crying myself to sleep began to feel familiar, like a kind of home. Darkness can feel honest, and honesy can be beautiful and feel so inspiring. (...)
But when I was in the dark, I could feel. (...) We can easily become addicted to those poisonous feelings. But eventually threy make us numb.
(...)
We may desire to sleep forever, to rest. But we have no proof that the rest we are longing for is what we will get when we die.
(...)
What can save us and give us what we are restless for? (...) the God who started life itself to tell us.

Em relação a este capítulo há coisas em que me consigo identificar mas outras que, pela graça de Deus, não.
Consigo identifica-me com os sentimentos de profunda tristeza, de uma busca incessante por descanso. Lembro-me muito bem da vezes em que tive vontade que me removessem o coração por umas horas só para que, durante essas horas, não sentisse dor.
Identifico-me com o desejo de querer por fim à vida...

Mas, pela graça de Deus, não me consigo identificar com o sentimento de me apaixonar pela tristeza!
Não, isso não!
Apesar dos muitos sofrimentos, a alegria, o riso estridente, a graça inesperada me têm acompanhado e isso é graça... Graça de Deus!
É tão fácil deixar-mo-nos enredar pela espiral da tristeza... é mesmo muito fácil... 
Porque já experimentei tristeza profunda, percebi que esse não de todo um local que eu quero morar, muito menos me apaixonar...




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