Há coisas que nos definem, e essas coisas prendem-se naquilo que gostamos (também naquilo que não gostamos).
Sobre mim, cá vai o texto se fosse escrito pelas minhas palavras:
"Gosto. Gosto muito!"
De música, do silêncio, de ler, de orar, de pensar, de criar, de imaginar, de escrever, de cozinhar, das segundas-feiras, dos dias compridos e ensolarados, de calor, do céu muito azul, dos barulhos e das luzes da cidade, de água fria, de praia, de apanhar banhos de sol, de tops e sandálias/chinelos, de sapatos, de comer, de estar em casa, de conversas infindáveis, de abraços, de beijos na testa *e no nariz*, de gomas, da minha família, dos meus amigos, das minhas amigas, do meu afilhado, da minha cama, da minha almofada, da brisa do mar, dos agasalhos nos dias frios, de vento gelado no rosto, de montanhas, de andar a pé, do meu trabalho, de ensinar, de crianças, de coser, de moda, de coisas inesperadas, de sentir, de fotografias, de histórias, de artes corporais, de romãs, de castanhas, de tamarindo de Angola, de gelados, de organização, de detalhes, de amar nas coisas pequenas, de gerar conforto, de ver e fazer as pessoas felizes, de Lantanas, de Gerbéras, de Orquídeas, de Girassóis, de preto, de dourado, de todos os tons de azul, de branco, de fazer descobertas, de resolver, de ser útil, de ser filha, irmã, amiga, colega e companheira.
De Lisboa, de Mondim, das Fisgas do Ermelo.
Créditos das fotografias:
1 e 3- Ana Débora Campos, aqui
2 e 4- do meu espertofóne
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