segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Arte é arte

 
Quem priva comigo, sabe que sou uma fã de tatuagens e arte corporal. 

Gosto de ver tatuagens espalhadas no corpo, gosto de perceber o que cada uma significa (ou mesmo se apenas significou que "eu tinha dinheiro, o tatuador tinha tempo então fiz"). 

Todas elas estão associadas a uma história, um período da vida. 
Dos que têm, uns falam com orgulho e outros com arrependimento. 

Gosto de ver piercings, que embelezam. Que dão aquele toque.

Gosto de alargadores, acho-os bonitos. Tanto que já tive um. Ora vejam:
 

Gosto disso tudo, é verdade, mas não aprecio os exageros e a banalidade. 
E isso aplica-se a qualquer coisa e é tema para outra conversa...

Sou uma tattoo lover e estou a preparar a terceira.
Eu sou daquelas que prefere que as tatuagens tenham uma história e que me sirvam de memorial. 
Por isso, tento sempre deixar um período considerável de tempo entre tatuagens, ter sempre um conceito bem estruturado - continuo a ser analítica - e esteticamente agradável. É uma obra de arte que vou carregar na pele para o resto da minha vida. 

Estou a pensar na minha terceira (no conteúdo, porque já sei onde a vou fazer... No mesmo de sempre xD)

E estou a recolher informações. 
As minhas tias Maria e Vitória serviram-me de  grande ajuda, abriram-me os olhos para realidades que estavam meio que esquecidas... Lembraram-me de mim, não há muito tempo... Ainda sou uma miúda!

Mas conversar com elas, lembrar-me de quem fui, lembrar-me de mim com 8, 10, 12 anos foi muito importante. 
Ver essas coisas consolidadas no tempo, reafirmadas pelos companheiros de longa data, fez-me perceber que a ir. Sofia tem muita razão nas suas palavras "filha, a mulher que te tornaste hoje não é fruto da tua oração de hoje de manhã nem de ontem. É fruto da tua oração de há muitos anos e que Deus foi trabalhando". 
(Post completo dessa conversa aqui)

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