terça-feira, 8 de março de 2016

Conversas

No Fórum encontrei-me com o Matheus, um estudante de neuropsicologia, que conheci no EBU e troquei uns deditos de conversa.
Nessa conversa falamos dos nossos gostos musicais e literários. 
Falamos sobre MPB, Carlos Drummond de Andrade, Vinícius de Moraes e Machado de Assis.

Ele e o Matt ficaram muito surpreendidos quando falei com eles sobre bandas de rock e hardcore e tal...
Ficaram a olhar para mim com o ar de "wow, tu gostas disso" e Matheus ficou espantado até hoje por isso. 
Então, no Fórum, o Matheus perguntou-me o que havia de novo nas áreas do rock e falei-lhe do álbum da Lacey Strum, ex-vocalista dos Flyleaf. 

E ele numa fase qualquer da conversa diz-me assim:
- Isabel, tu achas que é possível louvar a Deus com música hardcore?
- Como assim?, perguntei 
- Achas que é possível louvar a Deus no meio daquele barulho e confusão?
- Sim! Acho que é possível. A quem está a ser endereçado o louvor?
- Pois... A Deus...
-Exatamente!

Depois fui pensar sobre isso e cheguei à conclusão que toda a música é uma expressão de louvor.  A algo ou alguém, mas é uma expressão de louvor. 
Agora a questão é: louvor a quem? 

O pecado entra aqui: a quem está a ser prestado louvor e adoração?

Para mim, foi um alívio saber que haviam cristãos a fazer rock. É bom rock!

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