sábado, 12 de setembro de 2015

A liberdade da abnegação

Wow!
Este.livro é tão bom. Pequeno mas tão bom...
Nunca tinha parado para analisar o ego e tudo aquilo que anda à volta dele.
É engraçado que neste pequeno mas profundo livro encontro lá verdades tão preciosas que já me fizeram pensar tanto.
Principalmente no porquê que certas atitudes/palavras e/ou expressões me afetavam tanto.
Porquê que uma crítica deitava-me ao chão e a necessidade de contante afirmação.
Tudo isso acontecia por causa deste ego. Desta apetência natural de transformar aquilo que faz parte da personalidade em personalidade em si mesma!
Ou seja, eu, Isabel, não sou o meu trabalho, não sou o meu curso, não sou meu ministério eclesiástico, não sou as habilidades manuais, não sou o meu estado civil, não sou a minha orientação sexual, não sou o que sei (ou penso que sei) muito menos sou o que tenho.
Todas essas coisas são parte da minha identidade. Não são (como o ego gosta de achar que sim) a minha identidade!!
Por ter fé, acredito que a minha identidade e valor só vem daquilo que Cristo é em mim.
Não são o que os outros pensam de mim. Muitos menos sou aquilo que eu próprio penso sobre mim.
Tudo vai sempre remeter a algo e alguém maior que eu. Que me transcende.
A alguém que tem um caráter constante e eterno, que perdura ao longo das eras e épocas.
Não pode ser a opinião dos outros a defenir-me mas também não pode ser a minha própria opinião. Porque sou falha, sou inconstante, não sou imparcial. Porque sou demasiado pequena para ter esse mesmo peso sobre.
Por isso, quero aprender a abnegar-me. Como Jesus fez.
Porque Jesus era Deus, mas nunca, nunca usurpou ser como Deus. Fez-se homem, fez-se servo e foi obediente até à morte. E não numa morte qualquer... foi morte de cruz!

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