segunda-feira, 23 de março de 2015

Sobre a música: na Quaresma

Antes de mais tenho de confessar que sou viciada em música. 
Creio, também, que encontrar alguém que gosta muito de música não é coisa rara...
Tenho um gosto variado. Gosto de ouvir uma boa rockalhada ou de ouvir música clássica.
Ouço Pop e Kizomba, folk e bossa nova, grunge e semba... 
Passo por quases todos os estilos de música cumprindo apenas um critério básico:
Ter uma boa letra!
Neste aspecto sempre fui muito picuinhas. Letras feitas às três pancadas não me assistem!
Claro que sou atraída, 
e muito, pela sonoridade mas depois tenho mesmo de ir fazer a trigem do que aquele artista está a dizer/ insinuar.
Porquê disto?
Neste período de Quaresma, decidi selecionar muito bem o que ouço.
Decidi intencionalmente renovar os meus filtros e percebi que a música tem uma grande influência sobre mim.
Conclusões a que cheguei:
- Dou por mim mais serena, logo baixaram os meus picos de agressivdade e irritabilidade.
- Tenho a língua e a mente mais limpinha.
Não que seja miúda de boca suja, não digo palavrões nem uso expressões "sujas", mas entre o que digo e o que penso havia uma disparidade... mas noto que penso menos e tenho menos vontade de dizer palavrões ou usar expressões feias.
- Noto que estou mais equilibrada a nível emocional.
A verdade é que a música tem a capacidade de mexer com as emoções, então tenho de aprender a selecionar o que deixo que toquem nelas, quando e como.
- Também estou mais amorosinha...
Antes não tinha noção do impacto que isto tinha em mim e perceber isso é fixe.
É mais um alerta para estar atenta às minhas autosabotagens.

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