Orei estas palavras:
“Sou uma mãe de braços e ventre vazio.
Tenho um buraco no meu peito, de uma ausência. De uma saudade que não tem rosto nem nome, mas tem muito amor e carinho…
Enquanto estivermos separados pelo grosso véu da eternidade, por favor, abraça, beija e dá muito colinho ao meu bebezinho.
Cheira-o por mim, brinca com ele.
E quando o meu bebé tiver um irmão, ajuda-me a lembrar de vivê-lo bem: sem medo, sem culpa e sem ansiedade da perda.
Ensina-me outra forma de confiança no Teu carinho e na Tua bondade. (…) Que essa confiança na Tua sabedoria seja suficiente para o meu coração.
Para que ele não se torne ciumento, amargurado nem invejoso.
Ajuda-me a não ter inveja de nenhuma mãe ou definir-me por esta perda.
Sempre que sentir saudades do meu bebé, falarei contigo.”
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