Há coisa de quatro anos, enchi o saco!
Foi a gota final.
Decidi que já não me iria mais envolver em azáfamas de Natal.
Tinha desistido de andar stressada, cansada, rabugenta porque tenho de montar cenas para um dia.
Então, fiquei encostada à box.
Há dois anos, repeti a dose de preparações e tive vontade de agredir severamente pessoas ou metê-las num navio, lançá-los no meio do oceano e mandar uma bala de canhão mesmo no meio da embarcação e apreciar o cenário...
Quando isto veio ao cimo, percebi que alguma coisa estava muito errada comigo...
Então fortifiquei mais a decisão de não estar nem participar.
Por forte influência do cargo que assumi, no ano passado, tive de ajudar a partir do final, mas não me envolvi em mais nada.
Este ano, ando a trabalhar que nem uma moura outra vez...
Ao ponto de estar farta disto do Natal...
Tenho de parar e reflectir mesmo sobre isso...
Porque o Natal não pode ser isso.
Natal são boas novas de paz e harmonia, boas novas para todos os povos, que o Reino de Deus está a chegar (e efectivamente, chegou, em Jesus!).
O mais importante aqui não é a quantidade de trabalho, é a minha atitude!