Isto. Porque gosto mesmo dos 5 a seco!
quinta-feira, 31 de maio de 2018
quarta-feira, 30 de maio de 2018
domingo, 27 de maio de 2018
sábado, 26 de maio de 2018
Coisas bonitas de se ouvir #57
Isto, dos Rivers & Robots!
Porque descobri que eles são uma banda tão bonita, porque gosto das letras deles, trazem verdades profundas sobre o carácter de Deus.
É espetacular encontrar isto. Foi uma pérola!
E essa boa onda deles, hum?
sexta-feira, 25 de maio de 2018
Sobre algo que não sei categorizar...
Tenho pensado nos últimos eventos da minha vida.
Tenho muitos pensamentos desconexos e emoções que não sei bem como as explicar.
Desde que decidi abraçar a “cena” de ser missionária que tenho sido obrigada a viver uma vida que não me é nada confortável.
Uma vida de dependência, prestação de contas e humildade.
Passei a depender de tal forma que já não possuo se quer o controlo da minha agenda (que era o meu grande orgulho. Eu poder mandar na minha agenda e fazer os meus dias!).
Passei a ter de prestar contas. Não que esse seja um problema muito grave, porque é uma prática que exerço com muita frequência, mas passei a ter de prestar contas sobre o que faço, como faço e com quem faço. E isso é estranho. Aos 27, voltei a depender e a ter de explicar tudo... e a independência chora muito!
Apesar disso tudo, de todos os choques e desconfortos, estou a aprender a ser mais humilde.
Estou a aprender a humilhar-me debaixo da potente mão de Deus.
Estou a aprender (a muito custo) que eu não sou o deus da minha vida, mas é realmente Deus, o Senhor, aquele que governa a minha vida e sobre a minha vida.
Uma coisa boa que estar de licença me tem trazido é disponibilidade de estar em eventos e poder surfar nas ondas de Deus.
Estive na conferência da Lapa, “Sem medo”, e aprendi que tenho de me reconciliar com as pessoas mas no tempo certo.
Aprendi que não devo sofrer por aquilo que ainda não aconteceu de modo a não roubar a alegria que brota no meu coração.
Aprendi que Deus é aquele que opera a maravilha de sustentar de tal forma a igreja perseguida que para eles é privilégio viver nesta condição. Mas que eu, que vivo em liberdade, devo ser os braços que os sustentam.
Estive no retiro de jovens da minha igreja, “Ser mais do que parecer”, e aprendi que tenho de amar como se nunca tivesse sido magoada, a abrir espaço para o ajuste e não desistir antes de tempo.
Também aprendi o valor daquilo que é intrínseco. Dar cada vez mais valor ao self real do que ao self ideal. Aprendi que aquilo que tenho, por mais pequenino que seja, nas mãos de Deus tem um potencial de se multiplicar enorme.
Estou na “Healinh Conference”, onde estou a aprender a desbloquear o pragmatismo em relação às maravilhas de Deus.
Estou a aprender que quando Deus está numa situação é o momento ideal para Deus operar e trazer as respostas que as almas anseiam.
Vi milagres acontecerem como nunca antes tinha visto...
Ao ponto de me querer fazer surfar nessa onda.
Sinto-me como se me estivessem a quebrar a cabeça. Ou a mudar o chip.
Quero surfar nessas ondas que Deus levanta.
terça-feira, 22 de maio de 2018
Coisas bonitas de se ouvir #56
Isto, dos Rivers & Robots.
Para este desafio de fé, faz sentido. Total sentido.
Render-me, depender e confiar.
É o processo!
Deus está a fazer de mim uma mulherzinha!
sábado, 19 de maio de 2018
6 meses de Krav!
Treino 3x/sem e gosto muito.
Aliás, continuo a gostar muito. Cada vez mais!
Nunca pensei mesmo que iria fazer desporto antes dos 30, muito menos que iria gostar tanto.
Acho dois ingredientes foram essenciais: compromisso e disciplina.
O compromisso baseou-se no facto de estar a pagar e de morar tão perto da academia.
Não andamos a “fazer chover” e é vergonhoso/ indesculpável faltar aos treinos sendo que sou a pessoa que mora mais perto. Literalmente na rua de cima!
A disciplina baseou-se no colocar isto como algo prioritário.
Entender a necessidade do desporto, o bem-estar geral que proporciona e ir.
Mesmo quando não te apetece, mesmo quando estás a cair de sono ou está de chuva.
Toda a motivação, vem dos treinos.
Gosto mesmo de treinar. Gosto de aprender. Gosto de perceber a minha evolução.
Não há nada mais fixe do que perceberes que o teu corpo está a responder cada vez melhor às exigências do exercício, estás a interiorizar as técnicas e a ganhar memória muscular.
Benefícios do desporto:
1- a minha estrutura muscular na lombar melhorou exponencialmente!
Já não tenho dores nas costas semana sim, semana sim.
2- correção da postura.
Já não ando encurvada. Não sei se isso influenciou a minha auto-estima ou não, mas sei que ando mais erecta. Nunca tive medo de andar na rua, graças a Deus, mas agora tenho cada vez menos medo.
3- perda de volume.
Perdi imensa massa gorda que foi substituída por músculo. Por isso é que não perdi peso, aliás, estou a pesar quase o mesmo.
Consegui entrar numas calças que usava quando andava no secundário!
E tinha por aí uns 16/17 anos.
Voltei a vestir o S e o 38 nas calças.
4- abdominais.
A banha já saiu quase toda e agora estou a formar os abdominais...
Continuo a comer a mesma coisa, não me meti em dietas malucas nem em chatices alimentares. Só estou a usar de bom senso!
Deixei de beber refrigerantes e sumos artificiais, estou a cortar com a comida processada (há 5 meses que não como McDonalds/ Burger King).
O calcanhar de Aquiles são as pizzas. E isso é muito difícil de cortar, porque gosto mesmo muito e não me dá mau-estar após ingestão...
Agora só tenho de me habituar ao novo corpo.
E isso está um bocado estranho. Está a ser difícil ver-me tão magra, porque não estou habituada.
O pior é não ter roupa que me sirva... grande parte da minha roupa não me serve, as minhas peças de eleição estão-me todas largas e isso faz com que não me sinta muito bem... que não me sinta bonita...
Mas vamos trabalhar nisso, dentro do possível!
O desporto é uma bênção!
Vamos lá honrar isso. Honrar a academia da KMG Portugal e o meu Mestre Alcides Silva.
segunda-feira, 14 de maio de 2018
Reconciliar
Um desafio emocional, relacional e de fé.
Hoje, quero partilhar sobre os desafios relacionais.
Há uns tempos eu entendi que antes de ir era necessário reconciliar-me. Tinha de me reconciliar e pedir perdão a quem tivesse magoado, tratar de assuntos pendentes e estar de forma intencional com os meus.
Tenho feito muita questão de estar com a minha família.
Passar tempo com a minha super mami, ser intencional com os meus irmãos (mas os telemóveis e redes sociais... enfim...).
Tenho procurado estar presente, deixar uma “almofada” de amparo para os meus amigos. Por isso, tenho tentado ir beber o máximo de cafés possíveis, estar, conversar o máximo que posso.
Mas o desafio relacional tem sido o mais impactante.
Deus trouxe-me a necessidade de querer reconciliar-me. De sair daqui com o coração limpo e em paz de que eu não levo mágoas contra ninguém e que ninguém leva mágoas contra mim.
Na Conferência “Sem medo”, da igreja da Lapa, pude reconciliar-me com a S.
Depois uma conversa honesta e aberta, percebi que tudo aconteceu da forma como aconteceu porque não só a vida, mas a saúde, se meteu pelo meio, as coisas arrastaram-se e tudo ficou estranho.
Reconciliámo-nos, aprendemos o nosso jeito de ser, pedimos perdão e agora estamos a caminhar para construir.
No retiro de jovens, pude experimentar outra reconciliação.
E esta reconciliação trouxe-me ensino...
Reconciliei-me com o J.
Depois de conversarmos francamente, percebemos que não só erramos e pecamos um contra o outro, mas que tínhamos de aprender e nos ajustarmos nisso.
Nós magoamo-nos muito mutuamente, erramos mesmo muito um com outro de uma forma que violentou bastante o outro.
E isso fez-me reflectir nas minhas atitudes...
Realmente, eu tenho uma postura muito defensiva. Se algo me fere, eu fecho-me e levanto todos os muros. Não é mau por si só, mas cada situação é uma situação.
Tenho de aprender a amar os outros como se nunca tivesse sido magoada.
Tivemos uma conversa muito honesta e franca, bastante emocional e ainda estou a digerir algumas palavras que ecoam na minha cabeça:
“Eu prefiro discutir contigo mil vezes e nos ajustarmos do que desistir e te perder. || Tu não podes ter medo de ser magoada e desistir. || Eu não quero isso para nós”
Eu nunca vivi isto, mas tenho de aprender!
Tenho de aprender a reconstruir caminho, a caminhar a par com o meu próximo após um grande conflito.
Lições a reter:
1- Aprender o tempo do outro: podemos ter muito para dizer mas se o outro não estiver pronto para ouvir em vez de edificar, só piora e destrói mais a situação. E como é que descobres o tempo do outro? Orando!;
2- Comunicar abertamente: expressar com sinceridade as coisas como são. Não ter medo de ser vulnerável e expor as nossas emoções, porque somos seres emocionais. Ouvir o outro, ir com ouvidos de ouvir e coração que empatiza;
3- Definir limites: de forma muito clara traçar um chão-comum.
Pensar que: ok, nós nos magoamos e não queremos que isto volte a acontecer, então, antes de voltarmos a chegar a esse ponto, vamos definir estratégias de respeito um para com o outro. Vamos definir como nos iremos comportar e agir a seguir;
4- Confiar: confiar acima de tudo que Deus te ampara. Para poder baixar as guardas e ser comunidade.
Sou muito grata a Deus pelas oportunidades. Sou muito grata ao J. por ter ido ao meu encontro.
Estou a ficar mais rica. A tornar-me uma mulherzinha ou um “mulherão da porra”!
Boa noite
“Vi-Te mover
Mover montanhas
E creio que farás o mesmo outra vez
Trouxeste paz
Na tempestade
E creio que farás de novo
Outra vez”
sábado, 5 de maio de 2018
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