Isto, “O Jerusalem”, dos The Porter’s Gate
Este álbum, Songs of lament, é qualquer de muito especial.
Tenho estado a reflectir sobre a aparente dicotomia da alegria e da dor que caminham juntas.
Como é que é possível, a pessoa estar tão feliz que consegue dançar e saltar de alegria mas também cá dentro haver uma moínha. Do assunto que parece querer perpetuar-se com o tempo...
Para já, é isto...
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Expressar? É em baixo