Esta conversa ainda ecoa em mim.
Desde essa data que ando a refletir nas coisas que falámos...
Um tópico que falámos era sobre “a quantidade de porcaria que acontece mesmo debaixo do nosso nariz todos os dias e nós não nos apercebemos”.
Conversámos sobre a quantidade de vezes que olhamos para o jardim do vizinho e pensamos que a relva é mais verde... sem termos a mínima noção do que são as lutas internas dessa pessoa.
Ela dava o exemplo de uma rapariga que conheceu há uns anos atrás na Alemanha: uma rapariga alta, lindíssima e com a aparência de uma vida maravilhosa.
Ela fez uma partilha de grupo e ficou conhecido que ela se auto-mutilava...
Era destas pessoas que Jesus cuidava, é deste tipo de situação que (eu entendo) Deus inclina o Seu coração e o Seu olhar atento e amoroso.
Eu quero estar atenta. Não só para a minha relação com Deus mas para o lado comunitário disto tudo. Igreja (Corpo de Cristo) tem de ser família ou no mínimo comunidade. Onde amamos e somos amados, cuidamos e somos cuidados. Onde somos incluídos e onde incluímos.
Depois estivemos a pensar no COVID-19!
Pela primeira vez a nossa geração (ou seja, os que estão vivos no presente momento), estamos no mesmo barco!
Todos estamos a bater mal, estamos todos a sofrer e a adaptar à “normalidade”.
Esta é uma boa oportunidade para ser representação de Cristo ao mundo: um mundo escuro, medonho, sofrido e sem esperança.
É isso, caneco!
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