Então... estou na onda de crer. Mesmo sem ver.
Jesus é realmente a luz do mundo mas tem de ser a luz para o meu mundo interior.
O meu olhar, tem que voltar a ter saúde para que todo o meu corpo seja luz.
Neste momento, fruto de tudo, o meu olhar está doente e bem turvo. É-me difícil olhar e perceber um caminho.
Parece que ando a remar, remar e não há meio de dar à costa.
A minha preocupação está no saber até quando terei energia para continuar a remar.
Estranhamente, no meio deste mar, volto a olhar para a Belinha de 6 anos...
A ACM tem razão. Estou numa boa fase para parar, olhar para a menina, levá-la ao colo e dizer-lhe que está tudo bem. Depois disso, abrir espaço, para que Deus pegue na menina ao colo, lhe diga que está tudo bem. Assim, a menina-mulher, já com 29, vai caminhar segura de que está tudo bem. De que está completamente sustentada.
É tão “engraçado” (entre aspas porque não tem graça nenhuma) que “pequenos” problemas, levam-nos a uma raíz tão mais profunda.
A “cena” toda não é só o “ah, e tal, isto é assim é vai-te catar”.
Este “vai te catar” mexe com coisas mais profundas, mexe com aquilo que é intrínseco e mais primário em nós.
MAS: Jesus está aqui!
O Jesus, Eu Sou. Não o fantasma que os discípulos temeram.
Eu tenho de aprender a discernir isso. Que Deus, o Grande Eu Sou, está aqui comigo. E porque Ele está aqui comigo, está tudo bem.
Eu sei, no mais íntimo, eu sei que estou a viver no centro da vontade de Deus. Tenho as minhas lutas, tenho os meus pecados e parvoíces mas eu sei que estou a fazer aquilo que tenho de fazer. Estou onde Deus quer que eu esteja e a fazer aquilo que Deus quer que eu faça.
Só tenho de continuar a remar.
Jesus está aqui e isso é (tem de ser) suficiente para mim.
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