Estava a refletir sobre o dia que tive hoje:
Fui visitar uma igreja, ouvi uma mensagem espetacular, almocei com duas das minhas pessoas preferidas no mundo (mamã e o fofo), fui até à praia e percebi/ decidi que foi um dia bonito e bem passado.
O Tiago A., que levava a mensagem entitulou-a de “ABC da esperança”. Porquê? Porque a esperança e o alento têm três pilares:
- Amigos;
- Bases;
- Convicções.
Foi muito interessante ouvir sobre isso. Mesmo muito interessante!
A meio ele dizia “vocês não imaginam a quantidade de vezes que eu já pensei em me separar da minha mulher. O que me segura no casamento, quando as crises vêem é a convicção”.
Do pensamento do casamento e da convicção, fui pensar sobre o meu relacionamento. Eu e o A, temos como objetivo o casamento. Mas porquê?
1. Partilhamos a mesma fé;
2. Nutrimos sentimentos um pelo outro;
3. Temos convicção de que esta é a melhor escolha.
O casamento é uma aliança entre um homem e uma mulher. Essa aliança tem como base a exclusividade total (que prometes diante de Deus e das testemunhas).
Dois amigos, com as mesmas bases, seguem uma convicção: querem partilhar a vida, de forma exclusiva e amorosa, contribuindo para a perpetuação da espécie.
Depois fui pensar na profundidade do casamento.
O casamento tem como objectivo espelhar a glória de Deus. Espelhar o relacionamento íntimo, amoroso e profundo que existe na Trindade.
E o casamento só cumpre o seu propósito basilar se for entre um homem e uma mulher. Porquê?
Será Deus um homem ou uma mulher? Nem um, nem outro!
Como criador Perfeito que Ele é, está “cena” de Deus ter um sexo não lhe assiste (obrigada Freud e pós-modernismo).
Tanto o Homem como a Mulher têm características específicas e exclusivas que representam a glória de Deus. Mas é uma figura, digo assim, incompleta.
Só quando os dois estão juntos (homem e mulher) a imagem (tem a possibilidade de ser) bem representada. Porque há complementaridade. Encaixe profundo. Encaixe perfeito.
De outra forma, essa imagem é incompleta.
Por isso, eu, Isabel, acredito no casamento. Heterossexual. Monogámico. Binário.
Casamento como aliança de exclusividade. Aliança entre duas pessoas e Deus.
E isto é uma cena muita forte!
Que Deus me (nos) ajude.
É impressionante como o Freud conseguir moldar toda uma estrutura de pensamento de várias sociedades... ‘cá cena!
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