quinta-feira, 30 de janeiro de 2020

...ar que enche os meus pulmões...

De Deus para ti, para mim:

Às vezes, pareço-te duro, vedo-te caminhos mas eu conheço o resultado final. E tu aprendes a confiar.

Às vezes, faço-te chorar com as minhas decisões, mas Eu, efectivamente, sei melhor, vejo mais além. E tu aprendes a ser mais forte.

Às vezes, tenho de te empurrar para seguires em frente. E tu aprendes o valor do tempo e das oportunidades.

Às vezes, puxo-te para trás. E tu aprendes a importância de saber parar. E ouvir.

Às vezes, demoro a dar-te as respostas que “desesperadamente” anseias. E tu aprendes o valor de esperar. Esperar bem. Esperar com paciência!

Às vezes, tiro-te o tapete, deixo-te falhar e recomeçar. E tu aprendes, por ti, a não desistir e a consolar os teus companheiros de jornada.

Todos os dias, nas pequenas coisas, faço-te ver, perceber e aceitar que, apesar do teu tempo aqui ser curto, Eu amo-te. Eu cuido de Ti. Tu és uma peça fundamental na história que estou a escrever e que, se confiares e obedeceres só mais um bocadinho, Eu estou  a trabalhar em situações e pessoas que tu não entendes... “O que faço agora, não podes compreender, todavia o compreenderás mais tarde.” 


Ouçam esta música, "Pulmões" do Paulo Nazareth, enquanto lêem este post.
Também deixo como sugestão de leitura este livro.

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