“As crianças são os melhores professores de vida que Deus criou. (...) Se houvesse uma ordem justa no mundo seria isso que aconteceria: seríamos primeiro adultos e depois crianças, e começaríamos por temer tudo o que mexe porque somos adultos e o adulto tem medo de que tudo acabe porque sabe que tudo vai acabar, e depois acabaríamos sem medos, sem temores, à procura do que nos apetece onde bem nos apetece. À procura do que nos apetece no que bem nos apetece. E se esta não é a melhor maneira de viver já não sei nada.”
“A mim, quando a humanidade regressa às ruas, continua a servir-me apenas o que a toda hora procuro. A tua mão a amar a minha, o teu olhar, aqui e ali, a procurar-me à procura de validação, a tua cabeça provedes pousada no meu ombro, e as palavras que nunca tiveram de correr para serem imortais: amo-te.”
(Prometo falhar, Pedro Chagas Freitas)
Li isto, no dia 11/02.
Estive durante um tempo a pensar na ideia de ter um amor para a vida. Pareceu fazer sentido e ser (até) empolgante.
Tocou-me. Pode ser que estava mais emocional...
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