quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019

Coisas bonitas de se ler #19

“O verão acaba e o mundo recomeça. As ruas enchem-se de pessoas apressadas, que pensavam na melhor maneira de perderem a vida para a conseguir ganhar. Nestas alturas, gosto de perceber o que mexe as gentes, o que lhes corre no olhar, o que as obriga a não desistirem.”
“As crianças são os melhores professores de vida que Deus criou. (...) Se houvesse uma ordem justa no mundo seria isso que aconteceria: seríamos primeiro adultos e depois crianças, e começaríamos por temer tudo o que mexe porque somos adultos e o adulto tem medo de que tudo acabe porque sabe que tudo vai acabar, e depois acabaríamos sem medos, sem temores, à procura do que nos apetece onde bem nos apetece. À procura do que nos apetece no que bem nos apetece. E se esta não é a melhor maneira de viver já não sei nada.”
“A mim, quando a humanidade regressa às ruas, continua a servir-me apenas o que a toda hora procuro. A tua mão a amar a minha, o teu olhar, aqui e ali, a procurar-me à procura de validação, a tua cabeça provedes pousada no meu ombro, e as palavras que nunca tiveram de correr para serem imortais: amo-te.”
         (Prometo falhar, Pedro Chagas Freitas)

Li isto, no dia 11/02. 
Estive durante um tempo a pensar na ideia de ter um amor para a vida. Pareceu fazer sentido e ser (até) empolgante. 
Tocou-me. Pode ser que estava mais emocional...



Sem comentários:

Enviar um comentário

Expressar? É em baixo