sábado, 7 de outubro de 2017

Para a Rainha cá de casa

A minha mami...

Hoje estava à conversa com a minha nova colega de trabalho e enquanto falávamos, pensei na minha mami.
Enquanto falava dela, fui assaltada por memórias e por emoções muito fortes. Tão fortes que fui o resto do caminho a pensar na mami.

A d. Ana, é mesmo uma das minhas grandes fontes de estabilidade.
Ela é uma das minhas grandes estruturas.

"Os pais deveriam ser as pessoas com quem mais nos sentimos seguros" e com a minha mãe eu sinto-me segura.
Eu tenho a certeza que lhe posso contar a maior burrice ou erro da minha vida, que o amor dela nunca vai mudar.

Ela faz-me lembrar de Deus nisso, nesse amor incondicional... e eu não sou um "bicho" fácil de lidar!
Tenho mau-feitio, sou rabugenta, chata, nojenta e tenho OCD.
E ela atura isso tudo com uma paciência danada!
E a minha adolescência????
Ela sofreu muito! Fui muito injusta com ela...
(É verdade que estava muito revoltada e achava que ela só fazia más escolhas, isto dito nas palavras dela)

A minha mãe amou-me e continua a amar-me. Profundamente.
Outra coisa que me espanta é a capacidade dela de perdoar...
A minha mãe perdoa mesmo!
Isso ela aprendeu com Jesus, "depois do tanto que fui perdoada, como não perdoar?"

Eu admiro-a imenso. Mesmo!
Sou muito, muito, muito grata a Deus pela minha mãezinha. A minha. A melhor do mundo.

Obrigada do fundo da alma, d. Ana Margarida!

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