Falávamos sobre a tenuidade da linha que separa o amor da paixão (onde começa e acaba a paixão para se vir a tornar amor, como é que se pode quantificar, partindo de que base, e etc), falávamos também sobre o conceito de amor que se tornou tão corriqueiro e volátil na nossa praça dos "Millenials" e sobre o que é educar bem ou mal uma criança.
A grande conclusão que chegamos da nossa breve conversa (no caminho para casa) é que não sabemos nada!
Eu assumo!
Cada vez percebo mais que sei menos e há mesmo coisas que só vou saber quando as experimentar e nem me adianta levantar a crista ou mandar bitaites...
Lembro-me que até há um ano atrás, jurava a pés juntos que nunca iria ser capaz de fazer certas coisas, nunca iria ser apanhada em certas situações, que nunca iria proferir certas palavras...
Já diz o ditado "Nunca digas: desta água jamais beberei".
Cuidado: Mudei de lugar algumas certezas...
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Expressar? É em baixo