Sou grata por ter uma mãe cheia de fé!
Uma mãe que é íntima de Deus e que crê. Mesmo quando não vê!
Uma mãe que é íntima de Deus e que crê. Mesmo quando não vê!
Isso porquê?
Porque inspira a também crer, inspira a também querer viver isso.
Porque inspira a também crer, inspira a também querer viver isso.
Há muita coisa que quero guardar no meu coração, como Maria fez, mas essas mesmas coisas às vezes estão tão turvas e parecem ou loucura ou tão longeeeeeeee...
Mas ter pessoas que acreditam quando nem mesmo tu acreditas é mais do que privilégio.
Ter pessoas que guardam essas mesmas coisas com mais fé do que tu, é inexplicável...
Mas ter pessoas que acreditam quando nem mesmo tu acreditas é mais do que privilégio.
Ter pessoas que guardam essas mesmas coisas com mais fé do que tu, é inexplicável...
E de pensar que fomos nós, fui eu, que levei a minha mãe à fé, à intimidade e à capacidade de crer.
Não sei se é isto que se sente quando temos filhos e os vemos crescer mas vejo as coisas assim:
Ensinei-te a andar e hoje corres bem mais que eu, à minha frente.
Levei-te ao colo e hoje és tu quem me levas aos colo a mim.
Ensinei-te a andar e hoje corres bem mais que eu, à minha frente.
Levei-te ao colo e hoje és tu quem me levas aos colo a mim.
Isto é de ser agradecida.
Isto é dos mistérios da fé.
Isto é sobre a fé.
Isto é dos mistérios da fé.
Isto é sobre a fé.
(Há falta também meter aqui a Vera, a tia Adelaide, a Carla, a Ana, a Inês e a Débora. Porque elas também carregam isso comigo)

Sem comentários:
Enviar um comentário
Expressar? É em baixo